Brasil avança na inovação

Mesmo assim posição brasileira no índice global de inovação é baixa

Anualmente a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (World Intellectual Property Organization, WIPO em inglês), em parceria com a Universidade de Cornell e o Instituto Europeu de Administração de Empresas (Institut Européen d'Administration des affaires, INSEAD em francês), produz o Índice Global de Inovação (Global Innovation Index), desde 2007. O índice mede o nível de inovação de cada país, e reflete tanto os resultados das empresas como a habilidade do governo de encorajar e suportar inovação através de suas políticas públicas.

No Brasil a Confederação Nacional da Indústria (CNI) é parceira na produção e divulgação do índice desde 2017. O Brasil subiu quatro posições no ranking em 2020, ocupando a 62ª posição entre os 131 países analisados, melhorando sua posição em relação a 2019, quando ocupou a 58ª posição, muito aquém da 47ª posição que ocupava em 2011.

Para a CNI um país que tem a 9ª maior economia do mundo não ocupa uma boa posição no ranking. A Diretora de Inovação da CNI, Gianna Sagazio, afirma que os países mais inovadores do ranking adotaram o investimento em inovação como principal estratégia para desenvolvimento econômico e social, enquanto, no Brasil, os gastos com ciência, tecnologia e inovação diminuem ano a ano.

Lideram o ranking : Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Alemanha e Coreia do Sul. Entre os 25 primeiros colocados da lista, 16 são países europeus.

Conheça mais sobre a CNI, acesse: portaldaindustria.com.br/cni/



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